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domingo, 29 de novembro de 2015

Quando nasce uma Mãe!

Hoje, recebi esse lindo texto, e tenho certeza de que quando nasce uma mãe nasce um novo mundo, um novo planeta!
"Dizem: quando nasce um bebê, nasce uma mãe também. E um polvo. Um restaurante delivery. Uma máquina de chocolate prontinho. Uma mecânica de carrinhos de controle remoto. Uma médica de bonecas. Uma professora-terapeuta-cozinheira de carreira medíocre. Nasce uma fábrica de cafuné, um chafariz de soro fisiológico, um robô que desperta ao som de choro. E principalmente: nasce a fada do beijo.
Quando nasce um bebê, nasce também o medo da morte - mães não se conformam em deixar o mundo sem encaminhar devidamente um filho.

Não pense você que ao se tornar mãe uma mulher abandona todas as mulheres que já foi um dia. Bobagem. Ganha mais mulheres em si mesma. Com seus desejos aumentam sua audácia, sua garra, seus poderes. Se já era impossível, cuidado: ela vira muitas.

Também não me venha imaginar mães como seres delicados e frágeis. Mães são fogo, ninguém segura. Se antes eram incapazes de matar um mosquito, adquirem uma fúria inédita. Montam guarda ao lado de suas crias, capazes de matar tudo o que zumbir perto delas: pernilongos, lagartas, leões, gente.

Mães não têm tempo para o ensaio: estreiam a peça no susto. Aprendem a pilotar o avião em pleno voo. E dão o exemplo, mesmo que nunca tenham sido exemplo. Cobrem seus filhos com o cobertor que lhes falta. E, não raro, depois de fazerem o impossível, acreditam que poderiam ter feito melhor. Nunca estarão prontas para a tarefa gigantesca que é criar um filho - alguém está?

Mente quem diz que mãe sente menos dor - pelo contrário! Ela apenas aprende a deixar sua dor para outra hora. Atira o seu choro no chão para ir acalentar o do filho.

Nas horas vagas, dorme. Abastece a casa. Trabalha. Encontra os amigos. Lê - ou adormece com um livro no rosto. E, quando tem tempo pra chorar - cadê? -, passou. A mãe então aproveita que a casa está calma e vai recolher os brinquedos da sala. Como esse menino cresceu, ela pensa, a caminho do quarto do filho. Termina o dia exausta, sentada no chão da sala, acompanhada de um sorriso besta. Já os filhos, ah Filhos fazem a mãe voltar os olhos para coisas que não importavam antes. O índice de umidade do ar. Os ingredientes do suco de caixinha. O nível de sódio do macarrão sem glúten. Onde fica a Guiné-Bissau. Os rumos da agricultura orgânica. As alternativas contra o aquecimento global. Política. E até sua própria saúde. Mães são mulheres ressuscitadas. Filhos as rejuvenescem, tornando a vida delas mais perigosa - e mais urgente.

Quando nasce um bebê, nasce uma empreiteira. Capaz de cavar a estrada quando não há caminho, só para poder indicar: É por ali, filho, naquela direção." Cris Guerra



quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Para rir um pouco - O Outro lado da moeda....

O Outro lado da moeda....

"Faz 5 meses que cheguei nesta casa. Os primeiros meses foram incríveis: eu chorava, minha mamãe me tirava do berço e me dava de mamar, a qualquer hora da madrugada. Mas as coisas estão mudando. Nas últimas semanas minha mamãe tem tentado dormir a noite inteira. Eu pensei que era apenas uma fase, mas só está piorando.


Conversei com outros bebês e parece que isso é bastante comum. As mães, depois de uns cinco, seis meses sem dormir a noite inteira, começam com esse negócio de voltar a dormir. Elas não percebem, que na verdade, não precisam dormir: este é apenas um péssimo hábito. Muitas delas já dormiram noites inteiras por mais de 30 anos! Como minha mãe vem insistindo cada vez mais nesse hábito, não me restou outra alternativa a não ser treiná-la para ficar acordada a noite inteira. Aqui explico resumidamente, caso vocês queiram colocar em prática com a mãe de vocês também.

Noite 1: chore a cada 3 horas até ela tirar você do berço e dar de mamar. Eu sei, dá a maior pena ver sua mãe chateada porque você está chorando. Mas tente se lembrar que é para o próprio bem dela. Ela está aprendendo.



Noite 2: diminua os intervalos e chore a cada duas horas, até ela tirar você do berço e dar de mamar.

Noite 3: chore a cada hora.

A maioria das mães já começa a apresentar melhoras depois de três noites de treinamento. Algumas, contudo, podem resistir mais às mudanças. Elas podem querer, em vez de te levantar do berço logo, ficar ali do seu lado, fazendo carinho e cantando musiquinha por horas. Não desista! A chave do sucesso é ser consequente. As mães aprendem se você se mantiver firme nas suas atitudes. Se você deixar ela dormir a noite inteira uma vez, ela vai querer dormir a noite inteira sempre. Sei que parte o coração ver sua mamãe triste, mas lembre-se: ela esta apenas resistindo às mudanças.

Se a sua a mãe é muito durona, você pode tentar, por exemplo, parar de chorar por 10 minutos, deixar ela se deitar novamente e então voltar a chorar, repetindo esse procedimento algumas vezes. Em algum momento ela desiste. Uma vez minha mãe ficou quase 20 horas acordada, confie em mim, elas conseguem.

Na noite passada, por exemplo, eu chorei a cada hora. Qualquer motivo era suficiente: muito frio, muito calor, o cobertor me penicava, arrotei e não gostei do gosto. Enfim, não importa o motivo que você arrume para chorar, o importante é ser persistente e não desistir no meio do treinamento. Demorou um pouco, mas funcionou. Às quatro da manhã, ela me levantou do berço e deu de mamar. Amanhã meu objetivo é três e meia da manhã.

 
Pode ser que a sua mãe chame reforços e mande o papai para o seu quarto. Não se preocupe, os pais não estão programados para dormir tão pouco como as mães, eles vão fazer uns 10, 15 minutos de carinho mas logo irão desistir e chamarão a mamãe de volta.

Ah... e muito importante: não se deixe enganar por aquelas coisas de látex que colocam na sua boca! Você pode sugar aquela coisa por horas, mas não sai leite dali!

Eu acredito que estou no caminho certo na educação da mamãe e sei que com paciência e amor, em algum momento ela aprenderá que não precisa dormir a noite inteira.

Abraços, Baby"


Autor anônimo

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Compartilhando: Por que eu me organizo?



Eu todos amo alguns blogs, porque algumas pessoas conseguem captar nossos pensamentos e traduzir em palavras, compartilho com vocês o texto da Thais do blog Vida Organizada, ela faz parte do nosso planeta, "mãe, ocupada como todo mundo, tentando se virar nesse mundo caótico que vivemos"

"Esses dias estava me perguntando por que, afinal, eu gosto de organizar as coisas. Como a resposta me pareceu interessante, resolvi escrever aqui para vocês.
Há alguns anos, eu resolvi simplesmente abrir mão dessa organização. Não que eu tenha me tornado bagunceira, mas eu deixei as rotinas de lado e parei de pensar em objetivos. Queria viver um dia de cada vez, sem pensar no futuro. O resultado? Pedi demissão de um emprego que não me acrescentava mais nada, comecei uma faculdade que eu queria há tempos e tive tempo para ler muito, estudar, ficar mais intelectualizada e pensar em mim.
Tudo isso é muito bonito mas, na prática, significou ficar desempregada, entrar em uma faculdade que, quando eu começasse a trabalhar, teria que trancá-la (porque não tinha mais tempo) e deixar de guardar dinheiro para uma situação que ficou complicada mais tarde, quando meu pai ficou doente.
Desempregada em si eu não fiquei, porque fazia trabalhos freelancers diversos e trabalhava em casa. Mas eu realmente estava sem emprego, sem um salário fixo e sem contribuições com o INSS. Nada de garantias, décimo terceiro etc. Além do que, a faculdade era paga, eu precisava comprar livros e pagar transporte. Apesar de ter dinheiro guardado, não preciso dizer que ele logo começou a me fazer falta.
E o mais engraçado de tudo foi o seguinte: eu me sentia perdida. Foi um momento de descobertas, sem dúvida, mas, sem saber para onde eu iria, eu me sentia até certo ponto depressiva. Foi difícil. Quando percebi que viver sem objetivos estava me deixando naquele estado, resolvi voltar a ser como eu sempre fui e as coisas começaram a entrar nos eixos.
Refleti longamente sobre o meu papel enquanto ser humano vivo neste planeta e percebi que queria algumas coisas. Queria ser mãe. Queria me casar. Queria voltar a ter um emprego, pois adoro a minha área (Publicidade). Quando eu defini esses objetivos, no mesmo ano eu estava em um bom emprego na minha área, meu namorado (atual marido) e eu fomos morar juntos e eu fiquei grávida. Incrível como a lei da atração exerce influência sobre a gente. Basta focar.
A partir de então, eu decidi que não viveria mais sem objetivos, porque eu preciso deles. Nem que sejam de curto prazo, mas preciso, porque eles são o meu norte. Isso não significa que eu já saiba o que quero estar fazendo daqui a 50 anos (apesar de que, para algumas coisas, sim), mas significa que eu sei o que quero que aconteça em determinadas áreas da minha vida.
De nenhuma maneira estou dizendo que esse é o jeito certo de fazer as coisas e viver a vida, mesmo porque não existe fórmula correta para isso, como todos sabem. Isso é como eu me sinto e essa é a experiência que posso passar para vocês.
Eu me organizo, enfim, porque sei que, assim, eu consigo fazer as coisas acontecerem na minha vida. Eu trabalho bem com metas, listinhas, planejamento. A organização tem muito disso né, de a gente saber que não perde tempo na vida. Tenho pavor de chegar daqui a cinco anos, por exemplo, e descobrir que eu deveria ter começado a pensar em algo com antecedência e que isso prejudicou minha vida de alguma forma. Nosso carro. Se eu tivesse me informado melhor, poderia ter feito um consórcio há uns três anos e ter comprado o carro mais barato do que com o financiamento atual. Ou você pode perceber, com 30 anos de idade, que poderia ter guardado 200 reais por mês para dar entrada em um apartamento dez anos mais tarde. Enfim, a organização faz a gente se programar e otimizar todo o processo, mas algumas coisas vêm só da experiência de vida mesmo.
O fato é que a organização me mostra que praticamente tudo é possível! Se eu quiser ir morar na Itália quando tiver 50 anos, oras, vou me planejar para isso! Se eu quiser faculdade daqui a três anos, basta planejar. Se eu quiser abrir um negócio, igualmente.
Eu também costumo ter um pensamento positivo e pró-ativo com relação à minha vida. Eu não consigo imaginar nada que eu não possa fazer, porque todos os seres humanos são iguais. Já vi gente que não tinha nada ficar milionário e gente muito rica perder tudo. Já vi gente que estava à beira da morte viver mais 30 anos porque mudou sua atitude. Então eu nunca me conformo com situações porque o poder de mudança é algo que todos nós temos.
Tenho uma amiga que, sempre que me vê estudando, fala assim: “aff, não sei como você aguenta, eu não gosto de estudar, nunca conseguiria fazer tal coisa”. Eu falo para ela: “poxa, se você decidisse começar a gostar, acabaria dando um jeito”. Tem uns professores que dizem “se você não gosta da matéria X, passe a amá-la a partir de hoje!”. Quando a gente muda a nossa atitude, o resto começa a mudar.
Bom, eu já viajei nesse post! Mas acho que consegui passar para vocês o motivo pelo qual me organizo: porque valorizo meu tempo na Terra. Porque quero aproveitar bem, fazer tudo o que eu quero fazer e o que acredito ser o melhor que possa proporcionar às pessoas que eu amo e me preocupo. A ideia de “perder tempo” me apavora, pois nunca sabemos o dia em que vamos morrer e eu não quero, quando esse dia chegar, concluir que deveria ter feito isso ou aquilo. Eu não gosto de deixar meus sonhos para depois, e eu gostaria que vocês fizessem o mesmo. Afinal, a vida é uma só. VIVA!"

Obrigada Thais, realmente os sonhos não funcionam se não fizermos alguma coisa!

Fonte: Blog Vida Organizada

terça-feira, 23 de julho de 2013

Você está vivendo no caos?


Para as mamães desesperadas como eu, que querem sair do caos!!

"Desde que seu bebê chegou você se sente exausta, cansada e sem pique? Esperando que algum milagre aconteça? Não se preocupe. Todas nós nos sentimos assim pelo menos uma vez desde que nos tornamos mães. Mas o que fazer para melhorar essa situação e saber aproveitar o tempo a seu favor?

Toda mulher, depois que se torna mãe, vira uma pessoa muito ocupada. Trabalhamos, temos blogs, filhos, estudos, rotina doméstica, igreja e tantas outras atividades. Algumas pessoas comentam comigo: “mas você sempre parece tão calma e tem tempo para tudo!”, como se fosse uma dádiva do universo nascer com um dom para organização. Deixem-me contar um segredo: eu não sou organizada naturalmente! A organização não é algo que faz parte de você, mas um exercício de vigilância contínua. Se eu permitir, a bagunça volta em um instante. E não é a mesma coisa com relação à educação de nossos filhos, dietas alimentares ou postura profissional? Precisamos sempre estar atentas para a coisa toda continuar nos eixos.
Uma atitude fundamental para se tornar uma pessoa organizada é parar de reclamar que não tem tempo. Qualquer pessoa com uma convivência social mínima, ainda mais com filhos, tem muitas tarefas e compromissos hoje em dia. Ser organizado, então, é colocar ordem no caos. Preste atenção no que eu vou te dizer agora: se você é daquelas pessoas que reclamam o tempo todo da falta de tempo, você só vai irritar as pessoas. Se analisarmos, ninguém “tem tempo”. Porém, o que diferencia as pessoas que dizem não ter tempo das que são organizadas é que estas têm prioridades e sabem viver com efetividade. Se você não tem tempo para encontrar sua amiga de infância que não vê há anos, inconscientemente está dizendo a ela que você não se importa. E a mensagem será entendida claramente.
Aceite um conselho meu para daqui em diante: acalme-se um pouco. Em vez de pensar na quantidade abissal de tarefas a serem feitas, pegue a primeira da lista e resolva. Faça uma coisa de cada vez e, em breve, terá feito tudo o que precisa. Será necessário eliminar algumas tarefas que não são prioridade. Aí está! Ser organizada também demanda saber dizer não! E, com algumas poucas dicas, a tranquilidade pode voltar a reinar em sua casa – ou chegar agora."

Fonte: Thais Godinho, do blog Vida Organizada

Voltei!!!

Olá pessoal!!

Dez dias longe daqui,  que falta me fez!

Já que reencontrei minha antiga paixão não vamos mais deixá-la escapar, escrever faz bem e escrever de vida materna ainda mais!!!

Imagem: Pinterest (sem fonte)


sábado, 13 de julho de 2013

Os sábados e a saudade

Os sábados são os mais difíceis de suportar, não entendo porque, mas são!

Só quem esta longe para entender!!


"Se você sentir saudade...sinta saudade baixinho, não vá se lamentar com seu vizinho, dizendo que a saudade te pegou.
Não vá dizer aos quatro ventos que teu coração bate esquisito, perguntarão se sofre de coração partido, se te deixaram ferido, ou se a maldade te encontrou. Não entenderão quando você disser que é saudade...
Te dirão mais uma vez, não fique triste não, nostalgia passa, e você que já sente agora raiva dirá simplesmente, não é nada disso, apenas é saudade...
Saudade minha gente não é tristeza não, saudade é saudade...
Saudade de aperto no nariz, de um banho no chafariz, da bronca do papai
Ah...saudade de chegar devagarinho e dar um sustinho naquele que esta quietinho...
Se você disser tudo isso ao seu vizinho, ele continuará sem entender, e agora conclui que você sente falta do passado, que esta infeliz no presente, e será depressivo no futuro.
Mas diga a ele que esse sentimento saudade, é privilegio daqueles latinos chorões, brigões.... 
Saudade meu vizinho não é tristeza não, estou feliz da vida porque sentir saudade faz  bater forte o coração, evita um infarto e deixa longe depressão."



sexta-feira, 12 de julho de 2013

Tetolé - Alguém já viu isso?




Estamos em pleno verão por aqui, e um calor tremendo! Previsão do tempo somente informações de ondas de calor africando chegando! 

Me desespero!!! A pequena anda agitadinha com os dentinhos nascendo, e sofrendo com o calor! Oh Dio!

Fazendo algumas pesquisas pra aliviar este período encontro uma matéria falando do "tetolé", já ouviram falar? Eu nunquinha antes disso, é Picolé de leite materno!!!

Que tal congelar o leite materno em forma de picolé? UAU...sei que no Brasil esta friozinho, mas vale a dica!

Como fazer: 


Para fazer cada picolé, a mãe coloca cerca de 50 mililitros de leite em uma forminha caseira de picolé já higienizada e depois coloca no congelador. Para tirar o leite do peito usar bombinha tira leite ou ordenha manual. 

Você pode armazenar esses no congelador da geladeira e oferecer-lhes diariamente, em dias alternados, a cada poucos dias ou uma vez por semana. Algumas mães iniciam o uso a partir do 6º mês de vida do bebê, por antes desse período ser de amamentação exclusiva. 
Na verdade acredito que seja a critério da mãe e da situação.

A especialista Paula Serafin, que é enfermeira e doutoranda em estudos sobre leite humano, afirmou que gostou da ideia. “Ela criou uma maneira divertida de alimentar o bebê sem deixar de dar o leite do peito que é muito importante para garantir a saúde dele”.

A nutricionista Elisabete Kamiya, que trabalha no banco de leite do Hospital Universitário em Campo Grande, explicou que o leite materno congelado continua com a mesmas propriedades do leite em estado natural. “O leite materno contém carboidratos como lactose e oligossacarídeos, além de gordura, proteínas e vitaminas", informou a nutricionista.

Esteja ciente de que eles vão fazer a maior bagunça, uma vez que os picolés desmancham, você pode usar um babador no bebê e você pode deixar o bebê em um tapetinho de EVA para ele se lambuzar!


Vou testar e conto pra vocês!



Fonte: G1.globo.com